Prazer, sou Wellmanaque.
Percorro um mailing majoritariamente feminino, semestralmente, com temas de bem-estar e um toque dos conteúdos feitos nos anos 2000/2010. Sou meio digital e meio analógico. No online, tenho 36 páginas (wellmanaque.com). No impresso, visto-me de jornal, com carinha mais retrô e elementos de zines (aliás, também viro um zine!). Sou versátil, como costuma ser o jornalismo independente.
Gosto de beleza, de cultura, de gastronomia e de arte. Amo trilhas para relaxar, por isso tenho uma inédita a cada edição. Não deixo de lado o feminino e os direitos das mulheres, pois emergi como segundo ato de uma pesquisa sobre sororidade; e o primeiro de um ensaio que mostra como a vida flui além dos cercados dos algoritmos. Mas e as redes sociais? O Wellmanaque não tem Instagram, por exemplo. É uma escolha. O usuário @wellmanaque até existe, mas não senti a necessidade de usá-lo. Nossa dupla de impresso e online funciona bem sem tal plataforma, até aqui. Tenho TikTok, mas ele é um espaço diferente. Segui primeiro o que “funciona” por lá e tive ótimos acessos, mas enquanto não descobrir o que casa entre o que acontece naquela mídia e o que acredito como conteúdo, continuarei experimentando.
Vamos junta(o)s!
O WELLMANAQUE é de autoria de Paula Roschel (@paularoschel), jornalista, escritora e roteirista de São Paulo, autora do livro #Sororidade: Quando a Mulher Ajuda a Mulher / Jornaldamoda Conteúdo.
